SBT procura locutor para substituir Lombardi. Alguém se habilita ?

O SBT ainda não decidiu quem irá fazer a locução dos programas de Silvio Santos no lugar de Lombardi, que faleceu no início deste mês.
O mais cotado é o locutor oficial da emissora Carlos Roberto. Carlos já está substituindo Lombardi na vinheta dos números da Tele Sena.
Em entrevista ao jornal Extra, o locutor revelou que se emocionou ao substituir Lombardi e que foi pego de surpresa. “Foi um acontecimento repentino. Como decidiram tirar a voz do Lombardi do ar, me pediram para gravar uma vez em caráter emergencial”.
Apesar da expectativa sobre o novo locutor das atrações de Silvio Santos, caberá ao próprio apresentador definir quem será o escolhido. Enquanto isso, o programa “Roda a Roda” continuará sendo produzido sem a presença de um locutor.
No último sábado (12), os produtos da marca de cosmético do grupo Silvio Santos foram apresentados apenas com uma música de fundo (BG), sem nenhuma voz os anunciando.
Locutores de rádio vs. Locutores de TV
O comediante Marcelo Adnet faz uma demonstração óbvia da diferença entre os locutores de rádio e os locutores de televisão. Muito engraçado
Para quem não conhece Marcelo França Adnet é um ator e humorista brasileiro. É formado em Jornalismo pela PUC-RJ. Atualmente, apresenta o programa 15 Minutos, na MTV Brasil.
Sua carreira humorística começou ainda na faculdade, quando um amigo de curso o convidou para fazer uma peça de improvisação, a peça Z.É. Zenas Emprovisadas, que estreou em 2003, continua em cartaz. Adnet destaca-se pelas imitações que costuma fazer de personalidades famosas, entre as quais as de Silvio Santos e José Wilker.
Radialista argentino é assaltado enquanto transmitia notícia ao vivo

O radialista argentino Tomás Franceschin foi assaltado nesta quinta-feira (17) em uma rua da cidade de Buenos Aires, na Argentina, enquanto transmitia uma notícia ao vivo sobre clima e trânsito no programa “Parquímetro Lado B”, segundo reportagem do jornal “La Nación”.
O roubo curioso aconteceu em uma área comercial do bairro portenho de Caballito, muito próximo de uma estação de metrô, quando Tomás Franceschin fazia sua participação diária no programa transmitido pela rádio “FM Metro”.
“Passa a grana”, exigiu o ladrão. O jornalista respondeu que “estava trabalhando, participando de um programa de rádio”. Após a ligação ser interrompida, o apresentador do programa, Diego Scott, informou que Franceschin estava sendo vítima de um assalto.
Externas: Como fazer flashes – Guia prático.

01) Escreva TUDO o que você vai falar. Tudo mesmo.
É o mais importante! Até o riso eu escrevia (hahahaha!). Isso evita gaguejar ou falar alguma informação errada, ou pior, dar branco no ar. Como você escolhe antes as frases seu vocabulário sai perfeito, sem repetição de verbos ou impressão de dúvida na sua postura.
02) Coloque as barras de respiração.
Ajuda muito se você anda pela loja enquanto fala. Eu faço da seguinte maneira: Uma barra “/” para pausas curtas como vírgula e duas barras “//” para final de frases, como ponto, exclamação ou interrogação. Além de ajudar visualmente na interpretação ao ler o texto, melhora o fluxo de ar dos seus pulmões e potencializa a sua locução.
03) Combine as entrevistas.
Nada pior do que estar nas Casas Bahia e o incauto ouvinte entrevistado dizer que “é ótimo comprar no Ponto Frio”. Se isso acontecer é porque você não combinou, ou seja “ensinou” o que o cliente vai falar. Eu inclusive dizia o que ia perguntar e ele o que iria responder. Acredite, sai natural no ar e o entrevistado não fica nervoso. Surpresa não combina com externa!
04) Cronometre o texto.
O tempo é de um minuto? Então fale um minuto! Eu lia antes 3 vezes cronometrando. No ar, falava as ofertas, fazia uma piadinha, brincava com o gerente no ar e terminava aos 59 segundos. Perfeito.
05) Não grite.
Animação não significa grito. Ninguém vende nada no grito. E quem tem que aparecer não é você e sim as ofertas.. Gritar, além de antipático, gera confusão na sua apresentação.
06) Gerente chato? Deixa comigo!
O gerente quer aparecer mais do que a loja e não abre mão fazer locução. Em 90% dos casos fica uma porcaria e estoura o tempo do flash, isso sem falar na voz feia e nos erros de português. Solução: Faça uma entrevista, é a melhor coisa.
“Estamos com o senhor João, gerente da loja X. Bom dia, Seu João”.
“Bom dia!”
“E quais as ofertas de hoje?”
“TV 29 polegadas, bla, bla, bla.”
Notou? É bom dia e ofertas, nada mais, sem enrolação. Ele participa divulgando apenas os preços, fica feliz e não estraga a sua externa.
Talvez alguém fale: ‘Mas fazer isso tira a espontaneidade da externa”. Minha resposta: NÃO TIRA! Se você sabe interpretar um texto não vai dar impressão de ler nada, seu flash sairá ótimo. Organização e comprometimento: Essa é a chave da externa perfeita.
Fonte: Blog do Gabriel
Propagandas antigas de Rádios
A criatividade era o ponto forte destes comerciais tendo em vista os poucos recursos técnicos e efeitos especiais. Sem querer ser saudosista mas o trabalho dos profissionais daquela época deixa muitas lições.
Rádio Bandeirantes destaca jornalismo de opinião em campanha publicitária

A Rádio Bandeirantes (AM 840 e FM 90,9) lançou sexta-feira uma campanha publicitária destacando o jornalismo de opinião, uma das marcas registradas da emissora. As peças publicitárias que serão veiculadas nos principais jornais e revistas, ressalta a atuação de alguns dos profissionais da RB nas suas respectivas editorias: no jornalismo, José Paulo de Andrade, Salomão Ésper e Joelmir Beting; no esporte, José Silvério, Mauro Beting, Sérgio Patrick e Ulisses Costa.
Criada pela House do Grupo Bandeirantes de Comunicação, a campanha apresenta o novo slogan da Rádio Bandeirantes: “a rádio que tem opinião”. Uma das marcas mais respeitadas e de maior credibilidade e tradição do radiojornalismo brasileiro, a Rádio Bandeirantes está no ar há 72 anos é transmitida via satélite para mais de 1000 municípios brasileiros. A emissora também pode ser ouvida pelo iphone por meio do aplicativo gratuito “Band Rádios”, disponível na itunes Store. (por assessoria de imprensa do Grupo Bandeirantes de Rádio)
Campanha Rádio Bandeirantes – Ficha técnica de criação
Criação: Enio Mainardi
Redação: André Yasaka
Direção de arte: Martin Luz
Mini-cabine: A idéia que ficou no ar!

Vejam que história incrível!
No dia 08 de agosto de 2007 na comunidade “Locutores” do orkut, conversávamos sobre microfones e surgiu uma idéia conjunta sobre isolamento de ambientes, literalmente uma mini-cabine de som. Como eu viajo muito profissionalmente, senti que seria de grande utilidade se criássemos algo pequeno, prático, que coubesse em uma mala e nos permitisse fazer trabalhos em quartos de hotéis sem nos preocuparmos com a reflexão do som nas paredes. O objetivo era um dispositivo para permitir a gravação em qualquer lugar.
Bem, na ocasião eu escrevi isso:
“Visualize essa idéia que tive baseada no seu post:
Se tivesse alguma armação desmontável (de ferro ou plástico) com nylon ou pano mesmo para prencher os espaços. Imagine um quadrado ou retângulo que envolveria o microfone. E aí vem o pulo do gato, esse nylon ou pano teria costurado um velcro neles, e na mala 4 pedaços de sonex com velcro também, do mesmo tamanho dos panos.
Veja, bastaria então montar a armação, colocar os panos e depois “colar” nos velcros o sonex. Teríamos assim, uma “caixa” que envolveria o microfone cortando pelo menos alguns barulhos incovenientes. É óbvio que teria apenas a abertura para podermos falar, né?
Bom, é uma idéia, talvez idiota ou de repente uma excelente solução para gravação em estúdios móveis. Alguma idéia a acrescentar no projeto?”

Imagine o meu susto! Me lembrei na hora da nossa conversa há 2 anos atrás. Por sorte ainda encontrei o post no Orkut. O produto que imaginamos é igual ao que está na foto acima!
Trata-se no porta-booth , literalmente: “Cabine portátil”! Hahahahahaha!
Que tal?
Um grande amigo meu diz que quando temos uma idéia, parece que ela voa. Fica flutuando até que outra pessoa um dia pega o pensamento no ar e o coloca em prática! Foi exatamente o caso! O mérito é todo do sr. Harlan Hogan.
Com esse episódio, aprendi 3 coisas:
01) Não existe “idéia idiota”.
02) Neste momento, milhares de pessoas precisam resolver um problema. Talvez a solução esteja pronta na sua imaginação.
03) Se você não executar seu sonho, alguém o fará. Acredite em você.
Ah, e o porta-booth custa a bagatela de 150 dólares. Vai encarar?
O locutor de 10 reais.

Sempre existiu uma polêmica em relação ao locutor que grava por um valor “exageradamente acessível”, ou seja, 5 ou 10 reais por uma locução de 30 segundos. Segundo vários profissionais, esse preço provoca uma queda geral nos valores de toda a categoria. Outra reclamação é que não existe nenhuma triagem de quem tem ou não condições e capacidade para exercer o métier, ou seja, existem milhares de “pára-quedistas” falando errado, gravando mal e se dizendo locutores, distorcendo a imagem do que é o verdadeiro profissional.
Argumentos fortes, e devo dizer que concordo com eles. Imagino algum cliente, ao telefone, dizendo “Seu preço é muito caro, eu já consegui o mesmo serviço por 10 reais”. Sim, atire o primeiro headphone quem nunca passou por situação semelhante. Mas uma coisa é a teoria ou o que gostaríamos que acontecesse, e outra é a prática, também conhecida como “realidade nua e crua”.
01) Em economia existe a oferta e demanda. Oferta é o número de locutores loucos para soltar a voz e vender algum produto ou serviço. Demanda é o número de empresas que anunciam e precisam ter uma voz para divulgar a sua mensagem. O primeiro grupo, ao crescer exponencialmente, perde seu poder de barganha, graças à concorrência entre os profissionais. Lembre-se que o segundo grupo sempre terá um crescimento menor. O princípio é o mesmo que faz um aparelho de DVD custar em seu lançamento 2500 reais e hoje o valor do mesmo produto ser de apenas 149 reais em 10 vezes nas Casas Bahia. Essa é a famosa “mão invisível do mercado”.
02) O preço varia de uma região à outra. 10 reais é baratíssimo em São Paulo, mas condizente para uma cidade de 5000 habitantes. Os intermediários em cidades menores também diminuem, deflacionando o preço. Não existem praticamente agências de publicidade e o valor é combinado diretamente entre as partes, em muitos casos nem em dinheiro, mas em produtos. O Brasil é muito maior e inóspito do que a gente imagina.
03) O valor mínimo para locução é uma batalha perdida. Enquanto escrevo este post, 30 locutores estão comprando um B1 da Behringer à prestação, planejando montar seus estúdios e ganhar um extra. A facilidade de tecnologia nivela os preços por baixo. Não só em nosso meio mas em todos os setores da economia.
04) Para muitos, locução é a complementação do salário. Imagine um locutor de uma rádio do interior ganhando 460 reais. Aumentar esse salário, que seja 200 reais (20 spots) é uma benção. Não podemos de forma alguma condená-lo.
05) Uma coisa eu sei: Cada preço tem o cliente correspondente. Quem quer pagar 10 reais acha locutor que cobra 10 reais. As exigências vão aumentando ao mesmo tempo que o cachê. Infelizmente, subir no topo da pirâmide é muito difícil, mas essa dificuldade existe em todas as profissões.
06) Existem locutores ruins de 10 reais? Claro! Mas não são todos. Conheço alguns MUITO BONS que cobram isso (na verdade cobram um pouco mais).
07) Estratégia: Vender 10 comerciais por dia e ganhar 100 reais (semana = 700 reais) ou cobrar 100 reais e esperar uma semana para conseguir um cliente? TODOS já tiveram que pensar nesses termos. Quem vai decidir se você fez a opção certa é o seu cliente. Escolha a sua forma de trabalho e seja feliz.
08) Isso abaixa o valor geral da locução no mercado? SIM. E não há nada que possamos fazer. A tecnologia traz facilidades e dificuldades. Nossa única alternativa é nos adaptar à ela.
50 dicas para vender bem uma rádio.

Esse artigo é dedicado ao time de vendedores da rádio, mas podem ser incorporados por todos os profissionais da empresa. Esta lista contém atributos e características fundamentais para transformar e motivar seus executivos de contas. Lembre-se que são eles que fazem a ligação financeira entre o cliente e a emissora.
O profissional de vendas para rádios deve:
01 – Ter disciplina.
02 – Dar atenção ao detalhe.
03 – Acompanhar o cliente .
04 – Ser honesto.
05 – Saber ouvir o cliente.
06 – Estar sempre pronto para o atendimento.
07 – Ter determinação.
08 – Ser cuidadoso e consciente em todas as etapas da campanha.
09 – Sempre prospectar novas oportunidades.
10 – Ser criativo.
11 – Constantemente descobrir novas necessidades dos anunciantes.
12 – Ser flexível.
13 – Amar o que faz.
14 – Desejar sinceramente o sucesso do cliente.
15 – Ter conhecimento do negócio do atual (ou possível) patrocinador.
16 – Ser ético.
17 – Ter metas de execução de tarefas.
18 – Ser organizado.
19 – Gerenciar seu desempenho territorialmente.
20 – Adminimistrar prioridades.
21 – Ser acessível não apenas aos clientes, mas a todos os setores da rádio.
22 – Aceitar as próprias falhas e sucessos pessoais.
23 – Ter espírito motivador.
24 – Ter foco. Você sabe o que quer e o que precisa fazer, faça.
25 – Saber e aplicar as técnicas básicas de venda.
26 – Ser persistente.
27 – Procurar fazer sempre o melhor possível.
28 – Cumprir todas as promessas.
29 – Ter apresentação impecável.
30 – Evoluir. Ser cabeça aberta.
31 – Preparar-se com antecedência em todas as situações.
32 – Comprar livros, assistir palestras sobre vendas.
33 – Ter grandes habilidades de comunicação (se não tiver, volte ao item 32)
34 – Ficar ao lado do cliente até o serviço ser completado com sucesso.
35 – Saber a pronúncia certa do nome do negócio do anunciante.
36 – Ser orientado para os resultados.
37 – Ter atitude proativa.
38 – Manter uma boa base de dados (Nome, telefone, fax, email, site, etc.)
39 – Ir para rua cedo. Chegar na emissora tarde.
40 – Prometer pouco e entregar muito.
41 – Se colocar na pele do cliente. Ter a perspectiva dos que anunciam na rádio.
42 – Antecipar e eliminar problemas antes que eles aumentem.
43 – Ser previdente. Jamais “contar com o ovo dentro da galinha”.
44 – Ser discreto. Nunca relatar assuntos internos da emissora ao anunciante.
45 – Ter lealdade à rádio, ao cliente e à si mesmo.
46 – Ficar em contato constante com seu portfólio.
47 – Não encarar rejeição como algo pessoal.
48 – Estudar a concorrência. Da rádio e dos clientes.
49 – Acompanhar o resultado da campanha nas vendas do aunciante.
50 – Vender idéias, benefícios e soluções, não spots ou pacotes.
O fim do rádio nos Estados Unidos e o que podemos aprender sobre isso.

A figura acima é um printscreen do site da rádio americana Pulse FM 87.7 . A emissora tem o formato dance e se encontra simplismente no maior mercado radiofônico do mundo: Nova Iorque.
O que surpreende é a mensagem da página. A rádio tem apenas mais uma semana de vida caso não consiga uma certa soma em dinheiro. Para isso, apelou para uma atitude inédita, pedindo doações aos seus ouvintes.
Tem tudo para ser um fiasco.
Qualquer rádio que não se mantém financeiramente tem duas opções. Fechar as portas ou mudar de formato (enquanto ainda existe tempo). É perturbador e vergonhoso uma emissora usar estes subterfúgios, mas dificilmente os abnegados doadores mandarão cheques todos os meses para a conta bancária da emissora.
E pensar que Nova Iorque teve grandes emissoras dance no passado como a 92KTU, onde desfilavam as inesquecíveis montagens do Paco´s supermix.
Já escrevi vários artigos sobre a situação do rádio americano e parece que tudo piora cada vez mais. Várias grandes redes estão à beira da falência. Ações foram pulverizadas e hoje valem centavos de dólar. O endividamento é tamanho que rolar a dívida é quase impossível, pior ainda com a falta de crédito devido à crise.
Milhares de profissionais demitidos transformaram a maioria das rádios hoje em jukebox com antenas. Para vocês terem uma idéia, várias horas se passaram após a morte de Michael Jackson quando as primeiras rádios começaram a tocar suas músicas. Claro, não havia ninguém nos estúdios. Quem deu a notícia em primeira mão? Nem FM, AM ou TV. Foi o site tmz.com .
Acontece que o maior problema é que para o jovem de hoje, o rádio é uma mídia morta nos Estados Unidos. Não há renovação da clientela.
- Para que rádio se eu posso ouvir a minha música como e quando eu quero?
- Para que rádio se nunca há novidades e eu descubro novos artistas no Facebook e Myspace?
- Para que rádio se eu encontro minha tribo e interajo diretamente com eles através do SMS e do Twitter?
- Para que rádio se ao invés de receber a informação, EU SOU a informação?
- Para que rádio se meu iPhone tem milhares de aplicativos onde eu posso me conectar com a webrádios do mundo inteiro e sem comerciais?
- Para que rádio se as promoções e novidades estão nos próprios sites e/ou blog das minhas bandas preferidas?
- Para que rádio se agora eu não quero intermediários entre eu e os artistas?
- Para que rádio se eu escolho e absorvo na hora mais conveniente a notícia que vai me fazer ganhar o dia?
- Para que rádio se o mainstream musical tornou-se chato e repetitivo?
Essa é a realidade lá, mas em breve será a daqui. Ainda temos tempo para nos adaptarmos, pois a internet atinge somente cerca de 20% da população. Mas é pelos celulares que a revolução vai acontecer, e nesse quesito estamos bem avançados.
Quando a classe C,D e E começar a fazer para si as mesmas perguntas, estarão nossas rádios preparadas?
Quanto tempo nos resta para a batalha?
Hoje temos 156 milhões de celulares no país, muito mais que telefones fixos. A expansão da base de celular no Brasil é de quase 20% ao ano. 83% dos brasileiros tem celular. Somos maioria no Orkut e Twitter e reconhecidamente um dos povos mais aficcionados por internet. A classe C está ávida para consumir e o celular está em seus planos. As operadoras sabem disso e vão tornar a banda larga 3G cada vez mais acessível. A empresa que não seguir esse caminho será engolida pela concorrência.
Tudo isso em nosso horizonte e os nobres radialistas vão esperar o ouvinte perguntar:
- “Para que rádio?”
Será?


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